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Nossas Especialidades



Psicoterapia Infantil

No início de nossa formação, ainda bebês, nossas estruturas apresentam-se frágeis e as crianças passam por períodos de constantes transformações.

Atualmente, as crianças são muito exigidas em função do mundo em que vivem, devem dominar a informática e outros idiomas, praticar esportes, tirar boas notas na escola, ser boazinhas, obedientes, educadas. Ocupadas com atividades que precisam cumprir e que tem subtraído seu tempo de brincar, correr, jogar, chorar, brigar... Muitas vezes, sem a possibilidade de ser o que são realmente: crianças. Sobrecarregadas, afinal são tantas responsabilidades que podem ser colocadas como obstáculo na infância, que parece difícil crescer em meio à tamanha demanda.

A Psicoterapia Infantil, também conhecida como Ludoterapia é uma prática que esta a serviço do bem estar e da qualidade de vida da criança e também da família na qual ela está inserida. O trabalho psicoterapêutico tem o objetivo de prevenir problemas familiares ou reduzir possíveis dificuldades já instauradas na criança.

A Psicoterapia Infantil faz uso de métodos lúdicos como histórias, desenhos, colagens, pinturas, jogos e brinquedos. Essa estratégia é desenvolvida de acordo com a idade da criança e sua individualidade. Por meio dessas atividades o Psicólogo tem a oportunidade de conhecer melhor a criança, seus pensamentos e sentimentos podendo assim compreender melhor suas angústias que são expressas através do brincar terapêutico.

De forma geral os pais, responsáveis ou professores solicitam a Psicoterapia Infantil quando identificam na criança algum comportamento constante e não usual que os preocupam.

Existem alguns acontecimentos na vida de uma criança que podem ser determinantes para o desencadeamento de uma angústia ou de qualquer dificuldade seja na escola ou em casa.

A Psicoterapia Infantil promove um espaço na qual a criança é compreendida e acolhida nas suas dificuldades, podendo expressar seu universo psíquico e encontrar formas de comunicar e expressar seus sentimentos que serão interpretados através da observação, escuta, identificação e compreensão da problemática apresentada. Ao longo do processo os pais terão maiores condições de esclarecer e identificar as dificuldades de seus filhos e também suas potencialidades.

Ressaltamos que a implicação dos pais ou responsáveis durante este processo é fundamental para o sucesso do trabalho psicoterapêutico. O propósito desse trabalho é também fornecer condições aos pais ou responsáveis para que possam interagir e participar ativamente no sentido de sua melhora.

Psicoterapia Adolescentes

A adolescência é marcada por grandes transformações físicas e emocionais, onde os aspectos mais primitivos vão dando lugar a construção de uma nova identidade, pois as emoções, sonhos, desejos e responsabilidades estão muito aflorados neste período.

É nesta fase que surge o desejo de construir novos vínculos dentro e fora do âmbito familiar. Nas relações com os amigos, grupos, famílias e até mesmo os relacionamentos afetivos. É nesta fase que o adolescente passa a compartilhar pensamentos diferentes que vão aos poucos se diferenciando dos pais e reafirmando assim a sua personalidade.

Alguns comportamentos podem ser observados no adolescente neste período, como impulsividade, dominância, rebeldia, comportamento opositor, maior exposição a riscos, comportamentos inadequados e a busca por substâncias ilícitas.

Situações como estas geram questionamentos nos pais, que muitas vezes, se desesperam por não saberem lidar com o adolescente sem interferir de maneira impositiva, até mesmo agressiva.

A Psicoterapia para adolescente tem como proposta oferecer um espaço imparcial, com uma escuta específica e diferenciada para que o adolescente possa se sentir confortável, seguro para tratar de suas angústias, buscando reconhecer e compreender questões que ocorrem neste período.

O trabalho psicoterapêutico abre um lugar para o adolescente refletir sobre todas essas vivências, sinta-se acolhido e acompanhado neste período de tantas mudanças, o que pode possibilitar amadurecimento e desenvolvimento pessoal.

Psicoterapia Idoso

O envelhecimento é um processo natural da vida, assim como a infância e a adolescência, todas essas fases deixam marcas em nossa personalidade. Essas três fases da vida se relacionam com o nosso reconhecimento de novos processos, seja por mudanças físicas, sociais ou psicológicas. O idoso freqüentemente sofre conseqüências desses conflitos, pois esta fase e marcada por muitas lembranças, perdas e fragilidades. O medo da morte e o luto por falecimento de amigos, entes queridos, a falta de ocupação e limitações físicas também estão presentes nesse período. Todos estes conflitos geram uma situação de muito sofrimento, angústia para essas pessoas, que podem ser tratadas com a ajuda da psicoterapia.

O processo de envelhecimento é também uma fase de autoconhecimento para o idoso e pode ser potencializado pela psicoterapia possibilitando a aceitação e compreensão de suas novas condições e/ou limitações de ordem física, psicológica ou social.

São muitos os benefícios da psicoterapia para o idoso, como proporcionar um lugar onde possa dividir suas angústias, tristezas, medos, alegrias, frustrações e até mesmo suas conquistas. O objetivo do trabalho terapêutico é permitir que cada indivíduo tenha um lugar, onde possa recordar momentos felizes e tristes, suas experiências e desta forma ampliar suas possibilidades e seus recursos para lidar com o momento atual de sua vida. Assim, poder reencontrar o prazer de viver para aproveitar ao máximo o tempo com os seus familiares e amigos.

Psicoterapia Casal

Muitas pessoas se casam com imagens idealizadas do cônjuge e acreditam que é função, e dever exclusivo, deste, lhe proporcionar felicidade e conforto e não causar sofrimento. Porém, o relacionamento a dois, requer cuidados de ambas as partes, com o passar dos anos a convivência, muitas vezes se desgasta e relações que de início, eram de cumplicidade, respeito e companheirismo, vão dando lugar a objetivos e vontades individuais, que superam os objetivos comuns e o que antes era algo leve, se torna um fardo a carregar.

Estas crises, além de desestruturar uma relação, podem também dar lugar a muitas transformações, o que leva cada parceiro invocar apenas seus anseios deixando de lado toda a relação de cumplicidade que já existiu. O desejo de manter a construção de uma relação duradoura vai se transformando no planejamento de uma possível separação.

Neste momento, o casal se desespera, por não saber como resolver as divergências, tenta buscar caminhos e alternativas para resolver, buscando compreensão para a situação que vivencia que pode ser de ordem sexual, emocional, divergência financeira, a educação dos filhos, carreira, dentre outras. Nesta busca desenfreada, tentam ansiosamente equacionar os conflitos já instaurados e tratar algo já muito aprofundado.

O apoio da Psicoterapia de casal neste momento é primordial para resignificar as relações compreender as razões e os sentimentos de ambos e possibilitar um espaço para compreensão da causa de tanta angustia e sofrimento.

O objetivo da psicoterapia é não somente resignificar esse contexto, mas construir junto com o casal uma nova forma de se relacionar através dos recursos que ambos possuem, ampliando a percepção, com neutralidade, para que possam pensar em novas formas de readaptação e evolução.

Os benefícios da Psicoterapia é construir novos caminhos para o crescimento de ambos, trata-se de uma experiência que promove o diálogo e amplia as possibilidades que antes não eram percebidas ou acessadas.

É também a chance de revisar os modelos de funcionamento, promovendo uma comunicação aberta entre os dois, para entender quais os papéis e responsabilidades de cada um, bem como tratar os assuntos importantes para o casal, ou família, sendo possível a continuidade de um projeto de vida juntos ou separados. Por isso, é necessário criar um lugar colaborativo e reflexivo, no qual os cônjuges se sintam à vontade para falar sobre o casamento, possam externalizar seus pensamentos, aflições, dores e angústias. Este lugar oferece sustentação para o que casal restabeleça uma nova comunicação e tornar possível a vida a dois.

Orientação aos Pais

O ambiente familiar exerce papel importante no desenvolvimento da criança e do adolescente isso porque qualquer comportamento, seja ele considerado adequado ou não, é inicialmente aprendido no âmbito familiar e provavelmente o mais influente. A relação estabelecida entre pais e filhos desde os primeiros anos de vida são muito importantes para o desenvolvimento. E nesse contexto que a criança vai aprender a desenvolver sua socialização.

Muitas vezes os problemas de comportamento são resultado de como os ensinamos (pais, familiares e educadores) a se relacionar com o mundo e com as pessoas ao seu redor. Por vezes na clinica percebemos que os pais encontram dificuldades na tomada decisões sobre a educação de seus filhos, essas dificuldades têm se tornado cada vez mais freqüente. Em razão disso os pais têm solicitado auxilio de Profissionais para ajudá-los nesse processo.

Em outros momentos, notamos que a exigência associada ao excesso de regra e limites parece ser o caminho mais coerente que os pais encontram para garantir que a criança ou adolescente se aproximem das suas expectativas.

A super proteção também é um fator que requer bastante atenção, pois contribui para a formação de uma pessoa frágil e insegura, à criança apreende que não é ou será capaz de realizar algo sozinha, e sempre solicitara a ajuda de alguém para auxiliá-la.

Assim as queixas mais freqüentes trazidas pelos pais que buscam uma orientação de pais estão relacionadas às dificuldades de impor regras, limites, e também sobre como proceder para ensinar os filhos formas mais adequadas de se comportarem.

Em meio a tantas questões os pais muitas vezes recorrem às punições, pois essa prática leva a criança a parar de agir de determinada maneira, pois são repreendidas ou castigadas. Porem com essa medida, a criança não aprende outras maneiras de agir diante da mesma situação, mas sim que não deve agir daquela forma na frente daquele adulto. Então, logo quando este não estiver presente é muito provável que o comportamento reapareça novamente.

São muitas às dificuldades encontradas na função de educar um filho conceitos a respeito da educação que podem ser provenientes de tradições familiares quanto culturais.

O dia-a-dia dos pais também influencia muito a maneira deles lidarem com a criança. Problemas conjugais, divórcio ou a falta de apoio de familiares também interferem nas condutas dos adultos frente a comportamentos de suas crianças e adolescentes. O objetivo da orientação de pais e construir um espaço neutro onde estes pais possam compartilhar suas experiências, angustiam e expectativas.

Orientação Vocacional

Trata-se de um conjunto de práticas destinadas ao esclarecimento da problemática vocacional, um trabalho preventivo com objetivo consistente de providenciar os elementos necessários para possibilitar a melhor escolha profissional para cada pessoa.

A orientação vocacional pode ser realizada individualmente ou em grupo, uma vez que compreende atividades ligadas tanto à exploração pessoal quanto à análise da realidade através de informações sobre a oferta acadêmica e as principais particularidades do mercado do trabalho.

Desenvolve melhor a percepção de si mesmo, explorar novas possibilidades de profissões, além daquelas trazidas no início do processo de orientação, através desses encontros e possível também amenizar a ansiedade natural desse momento de vida Auxilia a construção do planejamento do percurso profissional, tendo em vista o projeto de vida do orientando.

A orientação em grupo, o participante conversa com psicólogos especialistas e colegas que passam pelas mesmas dúvidas, podendo compartilhar suas ansiedades diante da escolha e do vestibular, tudo realizado através de conversas, testes, e dinâmicas em grupo. São 8 encontros seja em grupo ou individualizado com duração de duas horas (o último será com os pais) este ocorra geralmente 1 vezes por semana.

Avaliação Neuropsicológica

Avaliação Neuropsicológica consiste em investigar as funções cognitivas, sensoriais, motoras, emocionais e sociais, com objetivo de identificar algum comprometimento neurológico e quais áreas estão preservadas ou alteradas.

Utiliza testes e procedimentos padronizados, onde é possível observar a relação entre o comportamento do indivíduo e o funcionamento cerebral. Auxilia no diagnóstico e compreensão funcional do paciente, abrindo possibilidade de intervenção, tratamento e no desenvolvimento de um processo de reabilitação cognitiva.

A Neuropsicologia é direcionada para a avaliação e reabilitação de pessoas que apresentem alguma alteração cognitiva ou comportamental, associada às diversas patologias que afetam o sistema nervoso central. Esta prática esta a serviço de crianças, adultos e idosos e pode auxiliar o médico no diagnóstico de transtornos neuropsiquiátricos ou neurológicos.

Crianças ou adolescentes com baixo desempenho escolar podem sofrer devido a prejuízos, déficits e/ou alterações cognitivas não diagnosticadas e podem apresentar baixo rendimento devido a vários fatores possivelmente identificados em uma avaliação neuropsicológica.

Adultos também são acometidos por diversas alterações cognitivas, mas, muitas vezes, a queixa maior é de baixa memória, esquecimentos. É necessário investigar as causas, os domínios, o comportamento e possíveis causas genéticas, além das perdas naturais causadas pelo próprio envelhecimento humano.

Reabilitação Neuropsicológica

Trata-se de um processo que visa melhorar a qualidade de vida de pacientes com prejuízos cognitivos, promover maior ajustamento biopsicossocial, melhor sua capacidade de autonomia e independência.

A reabilitação promove ao paciente um ajuste ao seu nível de adaptação física, psicológica e social, diminuindo os impactos causados por sua dificuldade devido à lesão neurológica e busca contribuir para a melhor resocialização do indivíduo. Este processo também implica em orientação a familiares e cuidadores para que estes obtenham maior compreensão e habilidade para lidar com o paciente e as consequências físicas e psicológicas que podem interferir nesta relação.

Acompanhamento Psicopedagógico

O objetivo do acompanhamento Psicopedagógico é compreender o processo educacional de maneira interdisciplinar, fundamentado na Pedagogia e Psicologia. São muitos fatores que podem determinar o sucesso ou o baixo desempenho escolar de uma criança, como fatores fisiológicos, psicológicos, sociais ou pedagógicos.

Importante compreendermos que cada criança aprende de forma diferente, algumas aprendem mais rápido, outras mais devagar, algumas são mais visuais e outras mais auditivas. O ato de aprender e o ato de ensinar estão tão interligados que não é possível separá-los dentro do processo educacional.

A Psicopedagogia busca investigar as possíveis dificuldades no âmbito escolar, através de observações físicas, sociais e psíquicas, para intervir e minimizar as barreiras que impedem ou dificultam a aprendizagem. O Psicopedagogo realiza entrevistas, avaliações, atividades lúdicas e utiliza diferentes instrumentos para identificar estas dificuldades.

A orientação de pais, professores e auxílio à criança, neste processo, promove aprendizagem e torna o educando protagonista de sua história e de seu desenvolvimento acadêmico, conhecendo novas estratégias e reconhecendo seu próprio potencial.

Psicodiagnóstico

O objetivo do Psicodiagnostico e compreender a personalidade do paciente, e seus aspectos mais primitivos, investigando a história e se utilizando de técnicas psicológicas.

Trata-se de um processo que enfatiza a investigação dos sintomas e as características da indicação através de técnicas como entrevista, anamnese, testes projetivos, observações clínicas, sessões de ludoterapia, instrumentos para avaliação do humor e sessão de encerramento com Psicodignóstico.

O Psicodiagnóstico permite estimar um prognóstico do caso e a melhor abordagem terapêutica, a mais adequada a ser utilizada para ajudar o paciente. As entrevistas diagnósticas com familiares e/ou responsáveis são de grande utilidade para decidir entre a recomendação de um tratamento individual ou familiar.

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